As mulheres da Arábia Saudita comemoram as recentes reformas sociais implementadas pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman.
Elas estão dirigindo, começando carreiras, lançando negócios, procurando e obtendo o divórcio e assegurando pensões para os filhos.
Porém, muitos críticos dentro e fora do país alertam que estas reformas sociais que estão libertando as mulheres da mais rígida discriminação de gênero no mundo podem estar mascarando uma forma mais dura de autoritarismo.
Um exemplo são as prisões cada vez maiores de ativistas. Em maio 17 mulheres sauditas foram detidas, incluindo sete que lideraram a campanha pelo direito a dirigir, o que pode ser um sinal dos governantes de que apenas eles podem conceder benesses. E que podem retirá-las quando quiserem.
O receio é que esta postura ainda extremamente autoritária do governo saudita em questões políticas pode comprometer reformas mais significativas para as mulheres, estas sim transformadoras. O exemplo maior é a luta pelo fim da tutela masculina que exige que elas ainda precisem pedir permissão aos homens para viajar, trabalhar ou, simplesmente, para tomar um café na esquina.

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