Estamos quase na metade de 2018 e ainda não temos um serviço de bicicletas compartilhadas funcionando em Curitiba.
Enquanto uns tem de menos outros tem de mais. Muito mais.
A China vive um problema oposto na questão das bicicletas compartilhadas. Há alguns anos, o governo de Pequim decidiu investir nas bikes compartilhadas como forma de melhorar o trânsito e a poluição do ar nas cidades. Anunciou, a fundo quase perdido, 1 bilhão de dólares em financiamento a projetos do tipo, o que atraiu o interesse de mais de 70 empresas e startups. Com isso, atualmente há 16 milhões de bicicletas compartilhadas nas ruas das cidades chinesas. Mas o que deveria ser uma solução está virando dor de cabeça. Como muitas destas iniciativas não contam com estações fixas, os ciclistas abandonam as bicicletas em qualquer lugar, praças, calçadas e parques. Fora os inúmeros casos de roubo e vandalismo.
Há até pessoas que dedicam seu tempo de forma voluntária como “caçadores de bicicletas perdidas”. São cidadãos que não querem deixar que os problemas supere os benefícios da iniciativa. Verdadeiros heróis de uma civilidade quase perdida.
Enquanto isso nós curitibanos continuamos esperando.

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