Pense na seguinte situação, a mulher tem um trabalho, uma carreira. Aí engravida, o filho nasce e ela tira a licença maternidade. O que vai acontecer com a carreira desta mãe quando voltar ao trabalho?
Segundo uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas metade destas mulheres largam ou perdem o emprego nos três anos seguintes a licença. É o lado B dessa história, que agora começa a ganhar a devida importância.
Um grande prejuízo para estas mães, para os filhos e para a economia do país. Sim, qualquer nação perde muito ao eliminar tantas mulheres do mercado de trabalho.
A boa notícia é que tem cada vez mais gente se dando conta disso e adotando medidas para tentar diminuir esta injustiça. Como? Incentivando os homens a dividir os cuidados dos filhos nos primeiros anos de vida. Em 1997 apenas 41 países tinham alguma lei de licença paternidade. Hoje já são 81.
Cuidar de uma criança não pode e não deve ser trabalho para uma pessoa só. Aos poucos estamos fazendo contas e percebendo o quanto a sociedade como um todo ganha quando mães e pais são incentivados a cuidar de suas crias.

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