Em 2011 fiz um cruzeiro que passou por algumas ilhas do Caribe.
E a que mais me chamou a atenção foi São Cristovão e Naves, um país minúsculo de 12 mil habitantes.
É que esta ex-colônia britânica era nitidamente um lugar decente. Havia boas estradas, indústrias, universidades, fontes de água.
Muito diferente de outras ilhas em que estive onde ficava nítido o subdesenvolvimento e a pobreza, inclusive na famosa e badalada San Martin.
Pois não foi estranho para mim saber que São Cristovão e Naves pode se tornar, nos próximos meses, o lugar mais verde do planeta. Bom, pelo menos quando o assunto é geração de energia.
É que este pequeno país do Caribe vai trocar a queima de carvão e diesel pela energia que vem do interior da terra.
Até o fim de 2017, São Cristovão e Naves vai colocar em operação uma usina geotérmica que vai suprir 100% da necessidade do país. E assim, vai se tornar a primeira nação do planeta com toda a energia proveniente de fontes renováveis.
Eu que estive lá posso afirmar, São Cristóvão e Naves é um Caribe diferente.
A beleza toda está lá, e ainda uma prova concreta de que é possível fazer a coisas direito mesmo com toda a adversidade.

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