A decisão recente e polêmica de Donald Trump de priorizar a energia gerada por carvão pode ter um preço: 52 mil vidas.
É o que mostra um estudo conduzido pela Universidade Tecnológica de Michigan.
Diversas pesquisas por aí já atestam os benefícios ambientais e econômicos quando governos incentivam energias renováveis, como a solar. Mas, pela primeira vez veio a tona algo que traz relação direta entre a sustentabilidade energética e a saúde das pessoas. O estudo mostra que estas 52 mil mortes virão da poluição do ar, a partir de uma projeção do que já acontece nos Estados Unidos. Afinal, o uso de carvão como combustível é um dos maiores vilões da poluição de Nova York a Xangai.
E olha que este é um entre tantos trabalhos que estão pipocando, América afora, e que pretendem mostrar o quanto é equivocada a ideia de Donald Trump de ir na contramão da causa ambiental.
Assim, com tantos argumentos favoráveis a uma economia mais verde (com benefícios econômicos, sociais, ambientais e de saúde pública), vai ficando cada vez mais difícil para o presidente americano justificar sua posturas e suas decisões quando o assunto é a sustentabilidade.

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