Vinte quilos. Essa é quantidade aproximada de lixo que cada habitante de Curitiba gera por mês.
Lixo este que há décadas segue o mesmo caminho. Eu e você descartamos, o lixeiro passa em casa, recolhe e depois despeja tudo em um aterro.
E se depender da proposta atual da prefeitura de Curitiba, vai continuar tudo como sempre foi.
Porque o novo edital para o sistema de coleta de segue a velha lógica, em que o poder público repassa o serviço totalmente às empresas, sem compartilhar a responsabilidade com os geradores do lixo.
Uma pá de cal na proposta anterior, definida no ano passado, que tinha como referência o incentivo a redução da geração de lixo.
Isso se faz repassando mais responsabilidade a quem produz o lixo, com aumento da reciclagem e com incentivo financeiro as empresas e grandes geradores a reduzir o índice de resíduos.
Já funciona deste jeito em muitas cidades do mundo, com resultados comprovados.
E assim, Curitiba joga no lixo a chance de mostrar que ainda merece carregar o título de Capital Ecológica do Brasil.

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